Primeiro chorei, senti medo e pena. Deu vontade de deitar, dormir três meses.
Caio Fernando Abreu  (via acalento-te)

(Fonte: naoexistevidasemvoce)

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60 976 notas - Posted Há 1 semana

Não existe nada mais desastroso do que querer que algo volte. Muita coisa não volta, até mesmo as que prometeram nunca partir.
Sean Wilhelm.   (via acalento-te)

(Fonte: seandotcom)

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16 502 notas - Posted Há 1 semana

Houve um tempo em que eu acreditava em
tudo. Em mentiras, em promessas, em destino
feito por nós mesmos, em estrelas cadentes, em
sorte e azar. Mas uma pessoa mudou isso em
mim. Mudou o que eu pensava sobre tudo,
minha visão sobre o mundo. Mudou meus
planos, meus princípios e verdades, meus
desejos e vontades. Mudou minha vida, me
mudou. Eu acreditava que nós fazíamos o que
quiséssemos, mas aprendi que nada é por acaso.
Tudo acontece por uma razão. Ele era uma
pessoa comum, no início. Não era importante,
não fazia falta, mas isso mudou, e talvez tenha
sido a melhor coisa que já me aconteceu… Eu
passava por ele, na rua ou em qualquer outro
lugar e o cumprimentava apenas por educação.
Era quase todo dia, em quase todo lugar que eu
já havia me acostumado com sua presença. É
assim que uma amizade começa, mas não foi
assim que terminou. Dávamos-nos as mãos,
como um gesto simples de carinho, que para nós
era comum. Abraçávamos-nos sem malícia.
Conversávamos sobre toda e qualquer coisa.
Frequentávamos um a casa do outro, sempre.
Todos comentavam e estranhavam, mas nós não
nos importávamos. Certo dia, depois de tantas
conversas, ele me perguntou algo que nunca
havia perguntado. Me assustei, não com a
pergunta, mas com a forma como perguntou.
Ele costumava falar num tom de voz baixo, mas
sussurrou a pergunta, com a cabeça baixa,
sendo que tinha o costume de olhar nos olhos
da pessoa com quem conversava, quem quer
que fosse ela. Ele me perguntou se eu já havia
amado alguém. Era estranho, pois não havia
nada que ele não soubesse sobre mim, pensava
eu. Apesar de estar espantada, minha resposta
foi sincera e tímida. “Não”, eu disse, observando
seu rosto. Ele gemeu alguma coisa que eu não
entendi. Eu o observei por alguns longos
minutos. Queria que aquela imagem ficasse para
sempre em minha memória. Quando foi que eu
olhei para ele assim? Quando foi que eu
procurei imperfeições nele, e não encontrei?
Como é que eu nunca notei a pinta que ele tinha
no queixo, suas sardas claras, o formato de sua
boca ou a mistura de verde e caramelo que seus
olhos tinham? Como foi que eu nunca notei sua
beleza? Ele era lindo. Incrível e absurdamente
lindo. Queria ficar ali, para sempre, olhando-o
sob a luz clara do crepúsculo. Suas bochechas
coraram, e eu percebi que aquele silêncio já
estava constrangedor. Foi difícil ir embora, mas
eu fui. Quando cheguei em casa, naquela noite,
subi as escadas sem hesitar na porta e fui direto
ao quarto. Imersa em pensamentos, deitei na
cama, afundando o rosto no travesseiro. O que
estava acontecendo comigo? Senti a necessidade
de ouvir a resposta de alguém. Do meu melhor
amigo, talvez. Peguei o telefone e disquei o
número sem hesitar. Ele atendeu rapidamente,
com a voz rouca. Eu não disse nada. Algo na voz
dele me imobilizou. Ele também não disse nada.
Até o som do silêncio eu podia ouvir; era
constrangedor. Eu quase pude ouvir seus
pensamentos, junto a sua respiração. Queria
perguntar mil e uma coisas, mas um nó se
formou em minha garganta. Depois de alguns
minutos, consegui falar. “Como é amar?”,
perguntei num sussurro fraco e rouco. Foi meio
estranho perguntar. Um silêncio cruel e
doloroso preencheu o ar. Queria acreditar que o
som que rompeu esse silêncio, não era o som de
suas lágrimas. Alguns outros minutos de silêncio
se seguiram. “Ouvi falar que é estranho. E
realmente é…”, ele começou. Esperei. “Ouvi falar
que a gente perde o chão, que é como se um
abismo tivesse se aberto abaixo dos pés…”,
completou. Ele parecia mais seguro agora. “E é
assim?”, perguntei. “Comigo foi diferente. Foi
como se, pela primeira vez, o chão estivesse ali.
Como se eu soubesse que poderia caminhar sem
que nada me derrubasse.” Fiquei em choque,
sem conseguir dizer muito. “Quem é ela?”, me
arrependi de ter perguntado. Ele soltou um
suspiro pesado. Pude sentir a dor dele. Nós
tínhamos algum tipo de conexão. Se ele sofria,
eu sofria também e vice-versa. Não tinha como
evitar. Silêncio. Novamente. Mais um suspiro e
percebi que ele não responderia. Enfim, ele
desligou. Meus joelhos cederam e as lágrimas
escorriam pelo meu rosto. Não tentei controlar,
apenas voltei para a cama e abracei meu
travesseiro. Percebi, então, que não era o
travesseiro que eu sentia a necessidade de
abraçar. Eu não tinha idéia do que estava
acontecendo comigo. Queria tê-lo por perto,
para que ele pudesse me abraçar e confortar,
com uma intensidade que nunca desejei antes.
Eu já estive apaixonada antes, mas nunca foi
assim, tão forte que me fez chorar. A vontade
de tê-lo comigo, quase me fez levantar
imediatamente e ir atrás dele. E então eu
adormeci. No outro dia, acordei com olheiras
profundas e pesadas. Havíamos combinado que
nos veríamos nesse dia, como de costume. Eu
estava tão feliz, tão animada com a idéia de que
veria ele novamente que, depois de passar horas
em frente ao espelho, achei que estava
realmente bonita. Mas ele não apareceu. Esperei
por alguns minutos. Nada de ele chegar. Eu não
conseguia acreditar que ele não estava ali. Só
conseguia pensar que alguma coisa tinha
acontecido. Ele não teria esquecido, nem
tampouco feito para me magoar. Liguei para ele.
Ele não atendeu. Estava começando a me
preocupar, então liguei na casa dele. Sua mãe
atendeu, e me disse que ele havia saído algumas
horas atrás; nervoso e sem dizer para onde ia.
Só havia dois lugares para onde ele ia quando
estava nervoso. Para a minha casa ou para um
prédio abandonado, onde ele gostava de ir para
pensar. Se ele não estava comigo, ele só poderia
estar lá. Fui até lá, sem pensar em outras
hipóteses. Quando cheguei me senti aliviada por
encontrá-lo. Ele estava de costas e não me viu.
Queria me aproximar e perguntar o que estava
acontecendo, mas não disse nada, apenas fiquei
parada, olhando para ele. Ele ficou de pé,
depois se virou para mim. Seus olhos estavam
cheios de lágrimas. Era quase impossível
controlar o impulso de sair correndo e abraçá-
lo. Quando dei alguns passos à frente, ele
ergueu a mão direita, como se estivesse pedindo
que eu parasse, e então parei. “Não podemos
mais nos ver”, sussurrou, tão baixo que foi
difícil ouvir. Talvez tenha sido difícil pelo fato de
eu não querer ouvir. Demorei alguns longos
minutos para digerir aquelas palavras e a forma
como ele disse num tom de voz frio e rude.
“Você não me verá mais. Eu prometo”,
continuou, com o mesmo tom de voz. “Não! Por
favor, não!”, tentei gritar, mas o nó que se
formou em minha garganta impediu que minha
voz saísse no tom de voz que eu queria. Disparei
em sua direção, envolvendo-o em meus braços
com a maior força que pude. Eu estava
chorando. Ele não disse nada, e eu daria tudo
para saber o que ele estava pensando. “Por
favor, não faça isso”, sussurrou com a voz
rouca, entre soluços pesados. Eu não tinha idéia
do que ele queria dizer, mas não me importava
com quaisquer que fossem suas intenções. Eu
não me afastaria dele. Então seus joelhos
cederam e ele caiu ao chão, junto aos meus pés.
“Me diga o que aconteceu, quero te ajudar, por
favor, deixe-me ajudá-lo”, eu disse, baixo, mas
ele ouviu. Ele não me respondeu, e ainda
soluçava. “Eu preciso que você me diga”, insisti.
Ele se levantou com muito esforço, olhou em
meus olhos e segurou minhas mãos com força.
Alguns minutos se passaram até que ele falasse.
Meu coração parou por um instante, depois
acelerou desesperadamente. Se um coração ao
se partir emitisse algum som, acho que aquele
era o som. As palavras que se seguiram, como o
som de um vidro ao quebrar, ecoavam em
minha mente. “Eu…”, hesitou por alguns
segundos “… amo você. É por você que eu ainda
estou vivo, mas acho que isso já é meio óbvio.
Eu lhe peço, que, para o seu melhor, se afaste
de mim”. Já se sentiu como se tivesse muitas
coisas para falar e mesmo assim não conseguisse
dizer nada? Eu estava assim. Perplexa.
Paralisada. Imóvel. Então era a mim que ele
amava? Desde quando? Como? Ele pareceu
entender meus pensamentos, pois respondeu
rapidamente. “Eu não sei como ou quando
aconteceu, mas aconteceu, e agora eu estou
aqui, te envolvendo cada vez mais nisso e te
pedindo para se afastar de mim. Será melhor
para você”. Por quê? Por que ele estava dizendo
aquilo? Inspirei e expirei algumas vezes, para
me acalmar. Não adiantou. “Você não quer
isso… Se afastar de mim. Você não quer…”,
consegui, enfim, dizer. Não era uma pergunta.
Ele virou o rosto, sem conseguir fitar meus
olhos outra vez. “Não…”, sussurrou. “… e talvez
esse seja meu lado masoquista”. Não queria que
ele se sentisse daquele jeito, queria fazer alguma
coisa para acabar com a dor dele. Por que eu
senti vontade de correr e saltar daquele prédio?
Por que meu coração doía tanto? Por que eu
estava me sentindo daquele jeito? O que eu
estava sentindo, afinal? Abracei-o com força,
mas ele lutava para se desprender de meus
braços. Eu queria mantê-lo para sempre ali,
aninhado em meu peito, para tentar acalmá-lo e
desejei que ele nunca fosse embora. A idéia de
sua partida me fez derramar lágrimas,
novamente. “Eu nunca vou te deixar, nunca!
Entendeu seu idiota? Não vou deixar você ir
assim”. Ele não fez piada daquilo, mas parou de
lutar. Olhou em meus olhos, o que me fez
tremer. Segurou meu rosto entre as mãos,
acariciando-o por um instante, depois
aproximou seu rosto do meu. O contato de
nossas peles me fez tremer. Segundos depois
senti seus lábios nos meus; eram quentes e
doces. O sabor mais doce entre todos os beijos.
Não queria que aquele momento acabasse
nunca. E quando se afastou, forçou um sorriso e
disse, com a voz fina e baixa, “adeus”. Não o vi
sair, minhas pernas prenderam-me ao chão. O
que estávamos fazendo? Não devíamos ter feito
aquilo, não era certo. Eu não deveria ter gostado
daquele beijo. Nos dias que se seguiram, não nos
falamos. Quando eu telefonava, ele não me
atendia e, quando fui até sua casa, não havia
ninguém. Pouco menos de uma semana após sua
confissão, uma notícia me abalou. Eu estava em
casa, pensando em onde ele poderia estar,
quando minha mãe veio conversar comigo, com
os olhos cheios de lágrimas e uma expressão de
dor. Tentei imaginar o que era, e quando ela me
disse, senti muitas coisas ao mesmo tempo. Dor,
surpresa, preocupação, saudade, e mais dor. Foi
um impacto muito forte. Disparei pela porta e,
sem pensar duas vezes, fui direto ao Hospital,
onde, segundo ela, ele estava. Quando cheguei,
o desespero me dominou. Eu já não sabia o que
pensar, ou o que deveria fazer, mesmo assim
entrei. Tentando me controlar, fui até a
recepção e perguntei por ele, dando à
recepcionista seu nome. Ela me indicou o
número do quarto e disse que talvez ele não
pudesse receber visitas. Não me importava, eu
precisava vê-lo. Procurei o quarto, e, assim que
o encontrei, bati na porta. Ninguém abriu. Bati
novamente e abri a porta. Ainda sem entrar,
olhei o quarto e não havia ninguém além dele.
Entrei. Ele estava lá, de costas para mim.
Esperava que ele estivesse acordado, então ele se
mexeu. Ele olhou por sobre o ombro, depois
abaixou a cabeça novamente. “Sabia que não
demoraria a me encontrar”, disse, com a voz
mais baixa que de costume. “Por que você está
aqui?”, perguntei. “Muitos motivos…”, sua voz
falhava. Fui até ele e me sentei a sua frente,
para que conseguisse ver seu rosto. Ele me
olhou por alguns segundos, depois fechou os
olhos. Seu corpo estava cheio de hematomas,
manchas escuras. Talvez ele não quisesse me
dizer, mas eu precisava que ele me dissesse.
“Você não está bem, não é?”, perguntei, sabendo
que a resposta era não. Ele abriu os olhos e
sorriu. Seu sorriso acendeu uma espécie de
calor em mim, como se aquilo fosse parte vital
de mim. Dei a volta na cama e me deitei ao seu
lado, pondo a mão em sua cintura. Ele segurou
minha mão e, assim que o fez eu percebi que
sua pele estava muito fria. Pude perceber,
também, que ele respirava com dificuldade. Eu
não queria acreditar no que estava acontecendo.
“Eu vou morrer”, ele disse num tom de voz
totalmente frio. Eu estava chorando, de novo.
“Não, você não vai. Não vou deixar isso
acontecer”, tentei dizer, lutando para engolir o
nó em minha garganta. Ele riu, o que me fez
chorar ainda mais. “Você terá que aprender a
viver sem mim garota…”, percebi que ele estava
sorrindo, como se achasse graça de tudo que
estava acontecendo. Aquilo me irritou um
pouco, mas não disse nada. Seu corpo enrijeceu
por um momento, depois tremeu, o que me
assustou um pouco. “Isso é normal”, ele disse,
como se tivesse lido meus pensamentos outra
vez. “Foi por isso que você pediu que para que
eu me afastasse de você?”, perguntei. Ele não
respondeu. Seu silêncio era constrangedor. O
único barulho que podíamos ouvir, era o dos
aparelhos ao seu lado. “Vou sair daqui amanhã”,
disse ele, depois de tanto tempo em silêncio.
Quase me animei. “Quero ir para casa, ficar
perto da minha família”. Esse foi o término do
meu ânimo, quando entendi o que ele queria
dizer. Não questionei, apenas o abracei com
mais força. E foi assim que aquele dia se seguiu.
Fiquei com lá até um pouco depois de ele ter
adormecido. Eu chorava só de olhar para ele, só
de pensar em perdê-lo. Sua mãe estava lá
também e, por esse motivo, consegui ir para
casa. Eu não pensava em mais nada, o dia todo.
Eu só saía daquele Hospital quando ia para casa,
à noite. Não conseguia imaginar minha vida sem
ele. No dia que ele foi para casa, todos foram
ao Hospital. Amigos, familiares, conhecidos, etc.
Muita gente gostava dele, ele era uma pessoa
muito especial. Ele teve um pouco de
dificuldade para caminhar até o carro, e sua
mãe estava ao seu lado, como apoio. Ver aquela
cena me fez perceber o quanto eu o amava, o
quão importante ele era para mim e o quanto
eu queria que ele ficasse. Quando ele voltou
para casa, quase nada havia mudado entre nós.
Era quase como antes, nós ainda xingávamos um
ao outro, discutíamos sobre seu gosto musical e
ele ainda criticava meu cabelo cobrindo meu
olho. Era bom vê-lo comigo, fazê-lo sorrir
enquanto podia. Eu sentia como se tivesse um
prazo de vida. Não só da dele, mas da minha
também. Parecia que não existia vida sem ele.
Acho que fomos “levando” a situação. Um dia,
depois de eu ter criticado bastante a música que
ele estava ouvindo, ele parou, me olhou e sorriu
como na noite em que eu descobri que o amava.
“O que foi?”, perguntei constrangida. “Vou sentir
sua falta, onde quer que eu esteja”. Retribuí o
sorriso e, por mais que já estivesse me
acostumando com as lágrimas, senti meu
coração apertar com cada lágrima que eu
derramava. Na manhã seguinte recebi um
telefonema de sua mãe. Ele havia piorado, e foi
levado novamente para o Hospital. Fui até lá
assim que soube. Quando o vi, meu coração
disparou. Ele mal conseguia falar, então não
exigi esforços dele. Fiquei sentada ao seu lado,
falando com ele, sem esperar resposta. Eu
estava falando com ele, sobre coisas do nosso
passado, quando ele me interrompeu. “Você fica
linda quando prende o cabelo”, disse ele,
sorrindo. Sabia que ele havia reparado em meu
cabelo, só não esperava que ele falasse disso.
Reprimi o riso e apenas sorri para ele. Ele
segurou minha mão e a apertou, usando a maior
força que pôde. Beijei sua testa, depois seus
lábios. Ele sorriu. Ele me pediu para que eu
cantasse uma música para ele e, apesar de eu
não gostar daquele estilo de música, sussurrei-a
em seu ouvido. Então ele fechou os olhos… e
nunca mais os abriu. Ele faleceu naquela noite,
em meus braços. Parece horrível, eu sei, mas
para mim não foi. Foi como se eu o estivesse
ninando durante a noite, e ele estivesse num
sono profundo. Eu sei que ele estava feliz em
meus braços, e eu estava feliz também. Foi
difícil para mim, deixá-lo ir, mas agora é como
se ele nunca tivesse partido. E quando me
perguntam onde é que meu amor está, eu
sempre respondo a mesma coisa: “Independente
de onde ele estiver, ele está esperando e
olhando por mim, e nosso amor estará para
sempre vivo nos corações daqueles que fizeram
parte dessa história. Eu sinto que ele ainda está
em mim, e para sempre estará”.

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Posted Há 1 semana

Há preconceito contra nordestino, há preconceito com o homem negro, há preconceito com analfabeto, mas não há preconceito se um dos três for rico.
Criolo  (via doistonsdeamor)

(Fonte: neuroticofwar)

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5 392 notas - Posted Há 1 semana


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696 notas - Posted Há 2 semanas

Tem beijo carinhoso. Tem beijo lento. Tem beijo safado. Tem beijo com gosto de despedida. E tem o seu beijo, que me faz querer-te todos os dias.
Janaína Romeiro (via carandirudoamor)
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56 notas - Posted Há 2 semanas

Ela teve um último ano muito ruim. Certo, ela faz essas coisas de pagar a própria conta e mandar recados ousados a desconhecidos, mas no fim ela sempre se ferra. Na boa, telefona pra ela. Ela vai ficar feliz, e você também vai, pode apostar. É uma ótima garota.
Gabito Nunes. (via versificar)

(Fonte: orgulhar)

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18 697 notas - Posted Há 2 semanas

Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade.
Pedro Bial.   
(via roqueira-solitaria)

(Fonte: bipolarefeliz)

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36 068 notas - Posted Há 2 semanas

Quando você encontrar a outra metade da sua alma, você vai entender porque todos os outros amores deixaram você ir. Quando você encontrar a pessoa que realmente merece o seu coração, você vai entender porque as coisas não funcionaram com todos os outros.
Rubem Alves.  (via versificar)

(Fonte: romantizar)

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41 780 notas - Posted Há 4 semanas

Enfrentei meus próprios defeitos para poder sempre estar ao seu lado. Engoli meu ciúmes, meu egoismo. Eu me tornei um ser de lata, pensando que ia ser melhor, que nada poderia me atingir. Mas lata é fraca, e eu não pensei nisso, qualquer pedrinha, por menor que fosse poderia arranhar a minha armadura ou amassa-la. E foi o que aconteceu. De pedrinha em pedrinha, de arranhão a arranhão você foi conseguindo me destruir. Você conseguiu destruir tudo dentro de mim, meu amor, meu carinho, minha paciência. Foi bom, confesso. Pois tive a certeza de que não preciso de uma armadura, muito menos de lata pra me defender de você, ou da vida que seja. Eu consigo me defender sozinha, como agora, estou de pé, você não conseguiu me derrubar.
Ana Letícia.   (via poetaciumenta)

(Fonte: s-hift)

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560 notas - Posted Há 4 semanas

Prometo estar com você, te dando coragem sempre que precisar, mesmo que nada dê certo no final. Fazendo-te ficar melhor quando se sentir sozinho. Contando os meus mais loucos segredos e planos. Até quando o meu coração não mais aguentar, e parar de bater.
Up, altas aventuras    (via versificar)

(Fonte: principado)

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108 173 notas - Posted Há 1 mês


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154 276 notas - Posted Há 1 mês

Se eu posso, eu ajudo. Se eu não posso, eu tento. É assim que funciono. Se gosto de você de graça vou ter o maior prazer em te ajudar. Mas se não vou com a sua cara jamais me aproximarei de você por interesse.
Clarissa Corrêa.     (via poetaciumenta)

(Fonte: proviscar)

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812 notas - Posted Há 1 mês

Vem cá. Não precisa trazer nada, mas venha por inteiro. Sei que está frio, eu tenho cobertores pra nós. Te faço um chocolate quente e deixo você deitar no meu colo. Te ofereço um cafuné de brinde. Pode dormir se quiser, se sinta em casa. Meu coração é seu lar, mas venha. Não demore, ou demore o tempo que quiser, não me importo de esperar.
Jéss  (via versificar)

(Fonte: re-novada)

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6 018 notas - Posted Há 1 mês

Melhor do que um “eu te amo” é quando a pessoa confessa que te stalkeia e que morre de ciúmes de você.

(Fonte: edv-diary)


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1 636 notas - Posted Há 1 mês

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